24 à 27 de novembro de 2020 –  Totalmente OnLine  – das 18:00h às 20:00h e das 20:15 h as 22:15 h
16 horas

Dra. Larissa Wayhs Trein Montiel

  

 

GRUPO DE ESTUDO E PESQUISA EM DESENVOLVIMENTO,

GÊNERO E EDUCAÇÃO (GEPDGE)

Acadêmicos e egressos do curso de Pedagogia da UFMS e demais instituições do município e região, profissionais da educação infantil, anos iniciais, Educação de Jovens e Adultos das redes municipal e estadual, bem como pesquisadores em nível de graduação na UFMS e pós-graduação das regiões Centro Oeste e Sul do país, sobretudo de universidades como UFMS, Câmpus de Ponta Porã, UFGD, UEMS, UNIGRAM, UEM, UNIOESTE etc.

Promover reflexões e debates acerca da formação docente, práticas educativas no ambiente formal e não formal, assim como discussões de processos educativos por meio de pesquisas buscando ressignificação do papel da escola, frente as novas demandas do século XXI.

Discutir sobre o papel da escola e do professor diante das possibilidades da educação;
Contribuir para formação inicial e continuada de acadêmicos, profissionais da educação e áreas afins;
Fomentar a parceria e a troca de conhecimentos entre universidades, pesquisadores da área da educação e professores da educação básica;
Socializar práticas educativas que contemplem as diferentes possibilidades de conhecimento teórico-científico e teórico-prático de aprendizagem;
Divulgar resultados de pesquisas relacionadas com as diferentes temáticas no âmbito nacional e regional que promovam a melhoria da qualidade da educação, a equidade e a inclusão;
Socializar práticas na educação que utilizem a produção de conhecimento por meio de pesquisas.

 

Desde a implantação da UFMS/CPNV, em 2009, a Jornada Nacional de Educação de Naviraí contempla um tema relevante para a educação. Em 2020, ano em que será realizada a XII Jornada Nacional de Educação de Naviraí, a temática escolhida é diálogos sobre formação docente, práticas e pesquisa. Esta temática se torna cada vez mais relevante na medida em que compreendemos que o trabalho docente é parte integrante do processo educativo mais global pelo qual os membros da sociedade são preparados para a vida social (LIBÂNEO, 1990). Assim a educação é um fenômeno social e universal, sendo uma atividade humana necessária a existência e ao funcionamento de todas as sociedades. Por esse motivo, a informação e o conhecimento assumem relevância na medida em que se configuram como elementos substanciais da cultura atual.

Assim pode-se compreender que a educação se concretiza como formal ou não formal. A educação formal é que acontece nesse espaço institucional que conhecemos como a escola e/ou universidade, mas também vivenciamos outros tipos de educação que se realiza fora dos sistemas educacionais convencionais. Nesse sentido o evento procura discutir a formação docente e a prática educativa em espaços de educação formal e não-formal. Segundo Libâneo (1990) o ensino corresponde às ações, meios e condições necessários para realização da capacidade de instruir. Pretende-se assim possibilitar um amplo debate com perspectiva teórico-científica dialogando com a perspectiva teórico-prática, mediando os conhecimentos de diferentes temas e possibilidades de pesquisa na educação. Candau (2006) afirma que no âmbito da educação escolar, é possível detectar uma sensação de impotência, de não sabermos como lidar positivamente com as questões das diferenças culturais. O formato escolar predominante continua estruturado a partir dos referentes da modernidade, que são naturalizados e, mesmo, terminam por ser essencializados. Parece que há uma única e verdadeira maneira de pensar a escola, seus espaços e tempos, sua lógica de organização curricular, sua dinâmica e, até mesmo, sua decoração e linguagem visual. Tudo parece concorrer para afirmar a homogeneização e padronização. O documento Anuário Brasileiro da Educação Básica 2020 (CRUZ, MONTEIRO, 2020) indica que embora 85,3% dos professores possuem escolaridade de nível superior, em 2019, mas o Brasil ainda tem grandes desafios no campo da formação docente. Isso porque a formação inicial de grau universitário não assegura o conhecimento necessário para o exercício do magistério: é preciso, também, que exista compatibilidade entre sua habilitação e as disciplinas que leciona para determinada turma de alunos. Ainda aponta o documento que em 2019, apenas 56,8% das turmas do Ensino Fundamental (Anos Finais) possuíam professores com formação compatível com as disciplinas que lecionavam, sendo que ainda 8,4% assistiam a aulas com docentes sem diploma de Ensino Superior. Há, também, desafios específicos, como aprimorar a formação inicial dos docentes de Educação Infantil. Hoje, apenas 76,3% desses professores concluíram curso de nível superior, enquanto 96,9% dos de Ensino Médio se graduaram. Acreditamos que somente avançaremos na construção de uma qualidade adequada aos tempos atuais se questionarmos essa lógica. Nesta direção, XII edição da Jornada Nacional de Educação busca promover reflexões e debates acerca dos impactos da formação docente, as práticas educativas e de pesquisa, bem como a necessidade de ressignificação do papel da escola, frente às novas demandas do século XXI. Tem como público-alvo: acadêmicos e egressos do curso de Pedagogia da UFMS e demais instituições do município e região, profissionais da educação infantil, anos iniciais, Educação de Jovens e Adultos das redes municipal e estadual, bem como pesquisadores em nível de graduação na UFMS e pós-graduação das regiões Centro Oeste e Sul do país, sobretudo de universidades como UFMS, Câmpus de Ponta Porã, UFGD, UEMS, UNIGRAM, UEM, UNIOESTE etc. Será realizada no período de 24 a 27 de novembro de 2020 e será composta de uma conferência e seis mesas redondas coordenadas por professores do c Câmpus, e será totalmente realizado pelo ambiente virtual devido o momento em que vivenciamos o período de Pandemia devido ao COVID- 19. O evento contará com a presença de pesquisadores de diferentes instituições de ensino superior do Brasil e abordando temas como:

1. Educação e Justiça social;
2. História da Educação e Literatura Infantil;
3. A Extensão Universitária como espaço de formação de Educadores Sociais;
4. Educação Inclusiva para Surdos;
5. História da Educação, memória e trajetórias docentes;
6. Educação Infantil e formação de professores.

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